|
O
empresário José Carlos da Silveira Pinheiro
Neto , presidente da Anfavea - Associação
Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores
e vice-presidente da General Motors do
Brasil , recebeu no dia 26 de março, o título
de " Personalidade de Vendas do Ano ", concedido pela
ADVB . A entrega solene do título foi feita pelo
presidente da ADVB , Miguel Ignatios , durante almoço
realizado no Clube Monte Líbano, contando com
a presença de 800 pessoas entre políticos,
empresários e jornalistas. O título "
Personalidade de Vendas " é conferido desde 1962
e, no ano passado, o empresário escolhido foi
Luís Fernando Furlan , do Grupo Sadia . O Ministro
do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio
Exterior , Alcides Tapias , foi uma das autoridades
presentes.
A ADVB , através de seu presidente
Miguel Ignatios , concede a Pinheiro Neto este título
" por sua dinâmica atuação aliada
à sua competência e por ter sido um ativo
diplomata empresarial e negociador institucional, tanto
à frente da Anfavea quanto da General Motors
do Brasil, tendo desenvolvido negociações
e ousadas estratégias para intercionalizar cada
vez mais veículos produzidos no Brasil ".
Na Anfavea , Pinheiro Neto desenvolveu
e deu seqüência a um amplo programa de negociações
de acordos bilaterais com vários países
como México, Chile, Venezuela e África
do Sul, tendo em vista ampliar os mercados de exportação
para o setor automobilístico. Uma outra ação
fundamental de Pinheiro Neto foi a sua forte presença
como negociador para a celebração do acordo
automotivo do Mercosul.
Na General Motors , especificamente, o executivo
desenvolveu agressivos programas de ampliação
das exportações, que culminaram com a
conquista de inusitados mercados externos para a marca,
como China, Rússia, Índia e outros.
Ainda à frente da Anfavea,
Pinheiro Neto atuou também para a adoção
de acordos emergenciais como parte de uma estratégia
pacientemente costurada. Com pragmatismo, ele assinou
os acordos de 1998 e 1999, nos quais os governos reduziram
impostos incidentes sobre os veículos e a indústria
garantiu os empregos. Com isso, criaram-se condições
favoráveis às vendas internas em um momento
difícil para indústria automotiva nacional,
cujo mercado vinha em queda desde 1997. Graças
aos acordos emergenciais foram vendidos 280 mil veículos
a mais do que o previsto para aquela fase do mercado,
o que garantiu uma ocupação maior dos
níveis de produção e, conseqüentemente,
a manutenção de empregos no setor.
Outro bom exemplo da atuação
de Pinheiro Neto como negociador institucional são
as negociações tendo em vista a redução
da carga tributária sobre os veículos
no Brasil. Através de gestões junto à
Receita Federal reduziu-se o número de alíquotas
do IPI para o setor, de 13 para apenas 2. Na época
encontravam-se em fase final as negociações
entre Anfavea e o governo para a adoção
de um reforma tributária para o setor automotivo,
que prevê a adoção de medidas que
reduzirão impostos para o setor, diminuindo custos
e barateando os preços dos veículos no
mercado interno. Pinheiro Neto também vinha trabalhando
outros desafios que eram: a conclusão de acordos
bilaterais internacionais, os ajustes para a consolidação
do acordo automotivo do Mercosul, a implantação
do programa de inspeção veicular, o desenvolvimento
do mercado automotivo interno, adequação
da indústria automobilística brasileira
aos novos cenários internacionais e à
nova dinâmica dos mercados.
• Senador Romeu Tuma;
• José Zetune, presidente do Conselho Deliberativo
da ADVB ;
• José Carlos da Silveira Pinheiro Neto,
presidente da Anfavea e vice-presidente da General Motors
do Brasil ;
• Miguel Ignatios, presidente da ADVB e Ministro
do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio
Exterior Alcides Tapias
|